Rafael Barros, Advogado

Rafael Barros

São Paulo (SP)

Sobre mim

"Dormientibus non succurrit jus"
Oferecendo serviços especializados nas mais variadas áreas do direito, Rafael Barros atua com excelência prezando sempre em soluções alternativas para os conflitos do cotidiano.
A proeminência do foco do cliente torna a busca por caminhos inovadores extremamente necessária. É mandatória a finalidade principal deste escritório em atender os anseios e expectativas de seus contratantes, primando sempre pela transparência e confiabilidade na relação advogado-cliente, baseando-se nos mais rigorosos padrões éticos e morais.

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J
Jorge Luiz de Oliveira da Silva
Comentário · há 12 anos
Cara Vanice. Morei em Belém, de 1984 a 1988, quando era Sargento da Força Aérea, e lembro-me dessas mortes. A condenação dos médicos, ao que tudo indica, pela leitura atenta de sua intervenção, trata-se de um dos erros mais lamentáveis do Judiciário. Mais ainda, quando, em regra, se adia uma audiência dessa magnitude, com tudo pronto, envolvendo os interesses já mencionados, por conta de "outros compromissos". Desconheço o contexto real do adiamento (em especial os motivos que o ensejaram). No entanto, hoje, como magistrado, penso que não se trata de descaso a ser atribuído ao Poder Judiciário, muito embora seja a faceta dele, enquanto Poder da República, que vem aos olhos do povo. O grande problema, sempre pensei eu, é que o Judiciário é encarnado e ganha alma por intermédio de seres-humanos, falíveis, em sua essência, como qualquer ser-humano. Porém, a falibilidade humana é aceitável. O que não pode ser aceitável é alguém, pelo simples fato de envergar uma toga, imaginar que não é um mero servidor do povo. É se postar como alguém acima da vida e da morte; é destilar arrogância e prepotência no exercício do mister que lhe é deferido. Infelizmente, enquanto magistrado que estou, vejo isso acontecer, para minha tristeza. Mas, também vejo colegas que diuturnamente se empenham ao máximo para prestar uma boa jurisdição, abdicando de momentos de lazer e companhia de sua família. Em homenagem a estes últimos, no rol dos quais humildemente me incluo, penso que podemos sempre identificar aqueles que não se preocupam efetivamente em prestar contas de suas obrigações para com a sociedade. Toda generalização é perigosa e apresenta o potencial de incluir na "vala comum" aqueles que não se enquadram na generalização. Um grande abraço.
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